Proteção física e digital projetada com inteligência
Da análise de riscos ao projeto executivo, da integração de sistemas à cibersegurança: a SC Security Consulting desenha soluções de segurança para edifícios comerciais, indústrias e laboratórios, sem vínculo com fabricantes.
753,8 bitentativas de ciberataques contra o Brasil em 2025Fonte: FortiGuard Labs / Fortinet
R$ 7,19 micusto médio de uma violação de dados no BrasilFonte: IBM Cost of a Data Breach 2025
241 diastempo médio global para identificar e conter uma violaçãoFonte: IBM 2025
+535%crescimento da distribuição de malware no Brasil (2025 vs 2024)Fonte: FortiGuard Labs / Fortinet
Consultoria em segurança
Engenharia de segurança do risco ao resultado
Atuamos como o braço técnico do cliente: identificamos ameaças, dimensionamos a proteção correta e garantimos que cada real investido em tecnologia reduza, de fato, o risco do negócio.
Análise de riscos & plano diretor
Levantamento de ameaças, vulnerabilidades e criticidade de ativos com base na ABNT NBR ISO 31000.
Visitas técnicas e entrevistas
Matriz de riscos probabilidade × impacto
Plano diretor de segurança plurianual
Princípios de CPTED (prevenção pelo ambiente)
Projetos de segurança eletrônica
Projetos conceituais, básicos e executivos, compatibilizados com arquitetura, elétrica, TI e automação.
CFTV IP com vídeo analítico e IA
Controle de acesso, catracas e eclusas
Alarme de intrusão e proteção perimetral
Memoriais, plantas, diagramas e planilhas
Integração de sistemas
Arquitetura única para que CFTV, acesso, intrusão, incêndio e automação conversem entre si.
PSIM / VMS e centrais de monitoramento
Integração com BMS e sistemas prediais
Padrões abertos (ONVIF, OSDP, BACnet)
Infraestrutura de rede dedicada e redundante
Especificação & concorrência técnica
Termos de referência neutros e equalização de propostas para comparar fornecedores de forma justa.
Cadernos de especificação vendor-neutral
Equalização técnica e comercial
Apoio na negociação e contratação
Gerenciamento & comissionamento
Fiscalização da implantação até o aceite, com testes funcionais documentados e as-built.
Cronograma e medições de obra
Testes de aceitação (FAT / SAT)
Verificação de cobertura e qualidade de imagem
Gestão, auditoria & processos
Organização do departamento de segurança, procedimentos operacionais e indicadores de desempenho.
Auditoria de segurança existente
POPs, planos de contingência e emergência
KPIs, SLA de monitoramento e treinamentos
Metodologia SC
Um ciclo completo, com entregáveis claros
Seguimos as boas práticas de mercado de gestão de riscos de segurança (ESRM), engenharia de sistemas e gestão de projetos.
Diagnóstico
Imersão no negócio, inventário de ativos críticos, histórico de incidentes e vistoria técnica das instalações e da infraestrutura existente.
Análise de riscos
Identificação de ameaças físicas e cibernéticas, cálculo de riscos e definição do nível de proteção adequado para cada área.
Conceito de segurança
Camadas de proteção (dissuadir, detectar, retardar, responder), zoneamento, fluxos de pessoas e veículos, e arquitetura tecnológica.
Projeto executivo
Plantas, diagramas, memoriais descritivos, especificações e quantitativos, compatibilizados com as demais disciplinas da obra.
Contratação & implantação
Concorrência técnica, equalização de propostas e fiscalização de campo até o comissionamento e o aceite.
Operação & melhoria contínua
Procedimentos, treinamento de equipes, auditorias periódicas e revisão do plano de riscos (ciclo PDCA).
Cibersegurança
Onde a segurança física encontra a segurança digital
Câmeras, controladoras de acesso e sistemas prediais são dispositivos conectados e, muitas vezes, a porta de entrada menos vigiada da rede corporativa. Tratamos segurança física e cibernética como um único programa.
Pentest e gestão de vulnerabilidades: testes de intrusão externos, internos, Wi-Fi, aplicações e dispositivos IoT.
Segurança OT / industrial: inventário de ativos, zonas e condutos, segmentação e acesso remoto seguro conforme ISA/IEC 62443.
Governança e conformidade: gap analysis ISO/IEC 27001:2022, NIST CSF 2.0, adequação à LGPD e políticas de segurança.
Hardening de segurança eletrônica: redes segregadas, firmware atualizado, credenciais fortes, criptografia de vídeo e logs centralizados.
Resposta a incidentes: playbooks, exercícios de mesa (tabletop) e planos de continuidade de negócios.
Simulação controlada de ataques reais com relatório executivo e técnico priorizado por risco.
OT & IoT
Proteção de CLPs, SCADA, BMS e dispositivos de segurança sem parar a produção.
ISO 27001 & LGPD
Programa de governança com políticas, controles e evidências para auditoria.
Conscientização
Treinamentos e campanhas de phishing simulado. O fator humano é o vetor nº 1.
Setores atendidos
Projetos sob medida para cada ambiente crítico
Cada tipo de instalação tem riscos, normas e rotinas próprias. Nossos projetos partem dessas particularidades.
Prédios comerciais & corporativos
Edifícios multiusuário, sedes corporativas, lajes e centros empresariais, com foco em fluxo de pessoas, experiência do usuário e controle de visitantes.
Controle de acesso por credencial, QR Code, biometria e reconhecimento facial
Gestão de visitantes e pré-cadastro integrados ao condomínio
CFTV em áreas comuns, garagens, docas e fachadas
Central de segurança integrada ao BMS e ao sistema de incêndio
Plantas fabris, centros de distribuição e pátios com perímetros extensos, grande circulação de veículos e ativos de alto valor.
Proteção perimetral com analíticos, radar e câmeras térmicas
Portarias automatizadas com leitura de placas (LPR) e balança
Controle de acesso por zonas de risco e EPI
Segurança cibernética de redes OT (CLPs, SCADA)
Referências técnicas
ISA/IEC 62443NR-10 / NR-12ISO 28000CPTED
Laboratórios & ciências da vida
Laboratórios de pesquisa, análises clínicas, farmacêuticos e de biossegurança, onde segurança física, rastreabilidade e integridade de dados caminham juntas.
Níveis de acesso por classe de área (NB-1 a NB-3) e antecâmaras intertravadas
Trilha de auditoria de acessos e eventos para conformidade
Proteção de materiais controlados, cofres e freezers críticos
Integridade de dados e sistemas validados
Referências técnicas
BPL / GLPNormas ANVISAFDA 21 CFR Part 11ISO/IEC 17025
Data centers & infraestrutura crítica
Ambientes em que a disponibilidade é inegociável e a segurança física é pré-requisito de certificações e auditorias de clientes.
Defesa em profundidade: perímetro, edifício, sala e rack
Mantrap, anti-tailgating e autenticação multifator física
Vídeo com retenção estendida e cadeia de custódia
Integração com NOC/SOC e resposta a incidentes
Referências técnicas
ANSI/TIA-942ISO/IEC 27001EN 50600
Dados de mercado
O cenário de ameaças no Brasil em números
O Brasil segue entre os países mais atacados do mundo. Os números abaixo mostram por que segurança deixou de ser custo operacional e passou a ser tema de conselho.
753,8bi
tentativas de ataques cibernéticos registradas no Brasil em 2025. Só em outubro foram 198 bilhões.
FortiGuard Labs / Fortinet, 2026
+119%
de crescimento nas tentativas de negação de serviço (DDoS), que somaram cerca de 743 bilhões.
FortiGuard Labs / Fortinet, 2026
35mil
incidentes de ransomware registrados no país ao longo de 2025.
FortiGuard Labs / Fortinet, 2026
R$ 7,19mi
custo médio de uma violação de dados no Brasil, alta de 6,5% sobre 2024 (R$ 6,75 mi).
IBM Cost of a Data Breach, 2025
R$ 11,43mi
custo médio no setor de saúde, o mais caro do país, seguido de finanças (R$ 8,92 mi) e serviços (R$ 8,51 mi).
IBM Cost of a Data Breach, 2025
29%
das organizações brasileiras têm tecnologia de governança de IA, que reduz o custo de violações em mais de R$ 600 mil.
IBM Cost of a Data Breach, 2025
Principais vetores iniciais de violação no Brasil
Participação nos incidentes analisados (IBM, 2025)
Phishing
18%
Terceiros / cadeia de suprimentos
15%
Exploração de vulnerabilidades
13%
Crescimento por tipo de ataque (2025 vs 2024)
Variação no volume de atividades detectadas no Brasil (Fortinet)
Distribuição de malware
+535%
Negação de serviço (DDoS)
+119%
Força bruta
+70%
Panorama do mercado
O mercado de consultoria de segurança no Brasil
O setor reúne consultorias com trajetórias e focos distintos, muitas com raízes na escola israelense de segurança. Conhecer o mercado ajuda o cliente a escolher o parceiro certo para cada necessidade.
Consultoria
Perfil
Principais frentes
Destaques públicos
Moked
Fundada em 1995, de origem israelense
Consultoria, projeto, gestão e gestão de departamento de segurança (DSE); segurança de pessoas
Certificações ISO 9001:2015 e ISO 37001:2016; atuação em corporativo, residencial, industrial, logística e governo
Eytan Magal
Risks & Security Solutions, São Paulo
Consultoria em riscos e segurança, advisory e capacitação
Estrutura com frentes de advisory e de educação própria (Academy by Eytan Magal)
Núcleo Consultoria
Consultoria em gestão de segurança corporativa
Análise de riscos, auditorias, projetos de segurança eletrônica, investigações, varreduras, eventos
Projetos que incluem CFTV, acesso, intrusão, incêndio, centrais de comando, IA, drones e radares
SC Security Consulting
Consultoria independente com foco em convergência
Riscos, projetos de segurança eletrônica, integração de sistemas e cibersegurança (TI/OT)
Programa único físico + digital, especialização em prédios comerciais, indústrias e laboratórios
Informações sobre terceiros compiladas a partir de conteúdo público dos respectivos sites institucionais (set/2026), apenas para fins de referência de mercado. Marcas pertencem a seus titulares.
Boas práticas de mercado
Independência de fabricantes e integradores
Metodologia de riscos (ISO 31000 / ESRM)
Profissionais certificados (ex.: ASIS CPP / PSP)
Tendências tecnológicas
Vídeo analítico com IA na borda e na nuvem
Credenciais móveis e acesso sem contato
Plataformas unificadas (PSIM / VSaaS)
Convergência física + cyber
Dispositivos de segurança como ativos de TI
Um único comitê e matriz de riscos
SOC e central de segurança integrados
Por que a SC
Consultoria que defende o seu interesse
Nossa remuneração vem exclusivamente do cliente. Não revendemos equipamentos nem recebemos comissões de fabricantes, e isso muda a qualidade de cada recomendação.
Especificações neutras, baseadas em desempenho, que ampliam a concorrência e reduzem custos.
Visão integrada física + digital
Um único time para segurança eletrônica, integração e cibersegurança, sem lacunas entre fornecedores.
Confidencialidade
Informações sensíveis tratadas sob acordo de confidencialidade (NDA) e acesso restrito.
Foco em resultado mensurável
Indicadores de risco e de desempenho definidos desde o início, para que o investimento seja justificável.
Blog & insights
Conteúdo técnico para quem decide segurança
Artigos sobre riscos, tecnologia, normas e cibersegurança aplicada a edifícios, indústrias e laboratórios.
Cibersegurança 6 min de leitura
Por que câmeras e controladoras são alvo de hackers
Dispositivos de segurança eletrônica conectados podem virar porta de entrada para a rede corporativa.
Ler artigo →
Consultoria 5 min de leitura
Análise de riscos antes do projeto: o passo que economiza milhões
Como a ISO 31000 evita sobre ou subdimensionar sistemas de segurança eletrônica.
Ler artigo →
Setores 7 min de leitura
Segurança em laboratórios: acesso, rastreabilidade e integridade
Requisitos práticos para áreas de biossegurança e ambientes regulados.
Ler artigo →
Indústria 6 min de leitura
ISA/IEC 62443: por onde começar a proteger a rede OT
Zonas, condutos e níveis de segurança explicados de forma prática.
Ler artigo →
Mercado 4 min de leitura
Consultoria independente ou integrador: quem deve projetar?
Entenda o conflito de interesses e as boas práticas de contratação.
Ler artigo →
Dados 5 min de leitura
O custo real de um vazamento de dados no Brasil
O que o relatório IBM 2025 revela sobre setores, vetores e o papel da IA.
Ler artigo →
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns
Qual a diferença entre uma consultoria de segurança e um integrador?
O integrador vende e instala equipamentos. A consultoria independente analisa riscos, projeta, especifica e fiscaliza em nome do cliente, sem vender produtos. Isso elimina conflito de interesses e costuma reduzir o custo total do projeto.
Em que momento da obra devo contratar a consultoria?
O ideal é na fase de concepção ou de projeto básico, junto com arquitetura e instalações. Assim, infraestrutura, eletrocalhas, salas técnicas e rede são dimensionadas corretamente e evitam retrabalho.
Vocês atendem retrofit de sistemas existentes?
Sim. Fazemos auditoria do parque instalado, identificamos vulnerabilidades físicas e cibernéticas e propomos um plano de modernização em etapas, aproveitando o que ainda tem vida útil.
A cibersegurança se aplica aos sistemas de segurança eletrônica?
Sim, e é um dos pontos mais negligenciados. Câmeras, NVRs e controladoras são dispositivos de rede e precisam de hardening, segmentação, atualização de firmware e monitoramento, como qualquer ativo de TI.
Como funciona o sigilo das informações?
Todo trabalho é regido por acordo de confidencialidade (NDA). Plantas, relatórios de risco e resultados de testes de intrusão são tratados com acesso restrito e armazenamento criptografado.
Contato
Vamos proteger o que é essencial para o seu negócio
Conte um pouco sobre o seu projeto: tipo de instalação, fase da obra e principais preocupações. Retornamos com uma proposta de escopo.
Por que câmeras e controladoras são alvo de hackers
Durante anos, sistemas de CFTV e controle de acesso foram tratados como "sistemas prediais", fora do radar da equipe de TI. Hoje, praticamente todos são dispositivos IP com sistema operacional embarcado, serviços web e acesso remoto, e isso os torna alvos atrativos.
Os riscos mais comuns
Senhas padrão de fábrica que nunca foram trocadas;
Firmware desatualizado com vulnerabilidades públicas conhecidas;
Câmeras na mesma rede dos computadores corporativos;
Portas expostas à internet para "facilitar o acesso remoto";
Dispositivos recrutados para botnets e ataques DDoS.
Não por acaso, a Fortinet registrou cerca de 89 milhões de ações de botnets no Brasil em 2025, e as tentativas de DDoS cresceram 119%.
Como proteger
Rede de segurança eletrônica segregada (VLANs e firewall dedicados);
Política de credenciais e desativação de serviços desnecessários;
Gestão de firmware e inventário de ativos;
Acesso remoto somente via VPN com MFA;
Logs centralizados e monitoramento de comportamento anômalo.
Na SC Security Consulting, esses requisitos já entram na especificação do projeto, e não como correção posterior.
Consultoria
Análise de riscos antes do projeto: o passo que economiza milhões
É comum ver projetos de segurança definidos a partir de uma lista de equipamentos: "quantas câmeras cabem aqui?". O resultado costuma ser áreas críticas desprotegidas e verba gasta onde o risco é baixo.
O que a análise de riscos entrega
Inventário de ativos e sua criticidade para o negócio;
Mapa de ameaças (furto, intrusão, sabotagem, espionagem, ataques cibernéticos);
Vulnerabilidades físicas, processuais e tecnológicas;
Matriz probabilidade × impacto e níveis de risco aceitáveis;
Priorização de investimentos com justificativa técnica.
A base normativa
A ABNT NBR ISO 31000 estabelece princípios e processo para gestão de riscos, e o modelo ESRM (Enterprise Security Risk Management) conecta a segurança aos objetivos do negócio. Com isso, o projeto deixa de ser uma lista de compras e passa a ser uma resposta proporcional ao risco.
Setores
Segurança em laboratórios: acesso, rastreabilidade e integridade
Laboratórios de pesquisa, farmacêuticos e de biossegurança reúnem ativos de alto valor: amostras, reagentes controlados, propriedade intelectual e dados regulados. A segurança precisa proteger tudo isso sem atrapalhar a rotina científica.
Requisitos típicos
Zoneamento por nível de biossegurança (NB-1 a NB-3) com credenciais distintas;
Antecâmaras e portas intertravadas integradas ao controle de acesso;
Trilha de auditoria de acessos e eventos, com registro de data, hora e usuário;
Monitoramento de freezers, salas limpas e cofres de substâncias controladas;
Integridade de dados em sistemas validados (BPL/GLP, FDA 21 CFR Part 11, quando aplicável).
Integração é a chave
Quando controle de acesso, CFTV, automação predial e sistemas de monitoramento ambiental estão integrados, cada evento crítico gera evidência automaticamente, o que facilita inspeções e auditorias.
Indústria
ISA/IEC 62443: por onde começar a proteger a rede OT
A família de normas ISA/IEC 62443 é a principal referência internacional para segurança de sistemas de automação e controle industrial (IACS). Ela foi pensada para ambientes em que disponibilidade e segurança operacional vêm em primeiro lugar.
Conceitos essenciais
Zonas: agrupamentos de ativos com requisitos de segurança semelhantes;
Condutos: canais de comunicação entre zonas, onde os controles são aplicados;
Security Levels (SL 1 a 4): nível de proteção exigido conforme o tipo de ameaça;
Responsabilidades: dono do ativo, integrador e fabricante.
Primeiros passos
Inventário completo de ativos OT;
Avaliação de riscos e definição de zonas e condutos;
Segmentação entre TI e OT (DMZ industrial);
Acesso remoto controlado para fornecedores;
Monitoramento passivo de tráfego industrial.
Mercado
Consultoria independente ou integrador: quem deve projetar?
No mercado brasileiro, ainda é comum que o próprio fornecedor de equipamentos elabore o projeto. Parece prático, mas cria um conflito de interesses: quem projeta também define o que vai vender.
Boas práticas de contratação
Separar projeto/especificação de fornecimento/instalação;
Especificar por desempenho e não por marca;
Exigir compatibilidade com padrões abertos (ONVIF, OSDP);
Equalizar propostas técnica e comercialmente;
Fiscalizar a implantação e exigir testes de aceitação documentados.
Esse modelo, em que o consultor atua como representante técnico do cliente, é o praticado pelas consultorias mais tradicionais do mercado brasileiro. A SC Security Consulting soma a ele a especialização em cibersegurança e integração de sistemas.
Dados
O custo real de um vazamento de dados no Brasil
Segundo o relatório IBM Cost of a Data Breach 2025, o custo médio de uma violação de dados no Brasil chegou a R$ 7,19 milhões, alta de 6,5% sobre o ano anterior. No mundo, a média foi de US$ 4,44 milhões, a primeira queda em cinco anos.
Setores mais afetados
Saúde: R$ 11,43 milhões
Finanças: R$ 8,92 milhões
Serviços: R$ 8,51 milhões
Por onde os ataques entram
Phishing: 18% dos casos;
Comprometimento de terceiros e da cadeia de suprimentos: 15% (o vetor mais caro, R$ 8,98 milhões);
Exploração de vulnerabilidades: 13%.
O papel da IA e da automação
Empresas com uso extensivo de IA e automação em segurança tiveram custo médio de R$ 6,48 milhões, contra R$ 8,78 milhões das que não usam. Ainda assim, apenas 29% das organizações brasileiras têm tecnologia de governança de IA.